A Tapada Nacional de Mafra
Uma coutada real murada de oitocentos hectares por trás do palácio de Mafra, ainda povoada de veados e de javalis.
D. João V fechou esta terra em 1747 como coutada real ligada ao palácio e convento de Mafra, e o muro que mandou fazer - uns vinte e um quilómetros dele - continua de pé e continua a conter o parque. Lá dentro há cerca de oitocentos hectares de carvalho, pinheiro e mato com gamos e veados, javalis, raposas e uma população de aves de rapina, além de um cercado de lobos e de um centro de recuperação de rapinas feridas a funcionar no local. Trilhos pedestres marcados e percursos de bicicleta de montanha atravessam-no, e há um comboio turístico e visitas guiadas de viatura para quem quiser um percurso fixo. Os veados são mesmo selvagens dentro do muro e veem-se com mais garantia ao amanhecer e ao anoitecer e durante a brama de setembro e outubro, quando os machos roncam. É gerido pelo instituto florestal do Estado.
O que vês de verdade
- O muro de 1747 - vinte e um quilómetros de cerca ainda de pé.
- Os veados - gamos e veados, mais visíveis ao amanhecer, ao anoitecer e na brama do outono.
- O centro de recuperação - aves de rapina feridas e um cercado de lobos.
- Os trilhos - percursos marcados a pé e de bicicleta por carvalho e pinheiro.
Quando ir
Todo o ano; setembro e outubro pela brama. Duas a quatro horas. Amanhecer e fim de tarde para a fauna. Vê os dias de abertura - fecha em alguns.
Expectativas honestas
Os animais são selvagens dentro do muro e as observações não estão garantidas a meio do dia. Os trilhos são longos e há pouca sombra no verão. O comboio turístico e os percursos guiados custam mais do que a entrada. Há javalis, e convém dar-lhes distância.
Aqui perto
O palácio e o convento de Mafra ficam na vila; a Ericeira fica na costa a poente.
Horários, preços dos bilhetes e encerramentos sazonais mudam - confirma na fonte oficial antes de ires: site oficial.