A Caldeira Velha
Poças quentes e uma queda de água em floresta de fetos arbóreos nas encostas do vulcão do Fogo, com entrada agora marcada e limitada.
A Caldeira Velha é um monumento natural no flanco norte do vulcão do Fogo, uma dobra da encosta onde as nascentes quentes brotam por entre fetos arbóreos e vegetação verde e cerrada. Há várias poças a temperaturas diferentes - uma pequena e quente, a uns 35 a 38 graus, outras mais frescas - e uma queda de água fria a cair numa poça lá em cima, por isso a sequência habitual é quente e depois frio. A água é rica em ferro e mancha os tecidos. A vegetação é a outra metade do encanto: fetos arbóreos, conteira e plantas endémicas dos Açores num microclima de vapor, com passadiços e degraus por entre eles. Um centro de visitantes interpreta a vulcanologia da ilha. O acesso é por bilhete com hora marcada e limite de pessoas, medida introduzida porque o sítio estava a ser estragado pelas enchentes, e as vagas têm de ser reservadas com antecedência.
O que vês de verdade
- As poças - vários banhos termais a temperaturas diferentes na encosta do vulcão.
- A queda de água - uma queda fria a cair numa poça acima das quentes.
- Os fetos arbóreos - vegetação endémica cerrada num microclima de vapor.
- O sistema de reserva - entrada com hora marcada e limite, introduzida depois das enchentes.
Quando ir
Todo o ano. Duas a três horas numa vaga marcada. Reserva com antecedência - a entrada sem marcação muitas vezes não está disponível.
Expectativas honestas
Os bilhetes com hora esgotam, sobretudo no verão - aparecer sem um costuma correr mal. A água ferruginosa mancha os fatos de banho para sempre. Os balneários são básicos. O sítio é pequeno e parece cheio mesmo com o limite.
Aqui perto
A Lagoa do Fogo fica pela mesma estrada acima. A Ribeira Grande fica na costa em baixo.
Horários, preços dos bilhetes e encerramentos sazonais mudam - confirma na fonte oficial antes de ires: site oficial.