A Praça do Comércio
A grande praça ribeirinha de Lisboa, refeita depois de 1755 onde estava o paço real, e ainda chamada Terreiro do Paço.
O Paço da Ribeira esteve aqui durante dois séculos até o terramoto de 1755 e o maremoto que se lhe seguiu o destruírem, e a reconstrução de Pombal substituiu-o por isto: uma praça enorme e aberta sobre o rio, com arcadas em três lados em alas amarelas iguais, fechada no quarto pela água, com uma estátua equestre de D. José I em bronze ao centro e o arco da Rua Augusta do lado norte. Os lisboetas continuam a chamar-lhe Terreiro do Paço, ainda que o paço tenha desaparecido antes de os Estados Unidos existirem. Foi desenhada como a cara de um Estado refeito, com ministérios nas arcadas, e vários lá continuam. D. Carlos I e o herdeiro foram assassinados no canto poente em 1908, dois anos antes da queda da monarquia. Os degraus de mármore junto à água, o cais das colunas, entram pelo Tejo e são onde as pessoas se sentam ao pôr do sol.
O que vês de verdade
- As alas com arcadas - edifícios amarelos iguais em três lados, da reconstrução pombalina.
- Os degraus do rio - o cais das colunas a entrar pelo Tejo.
- A estátua - D. José I em bronze ao centro da praça.
- O canto de 1908 - onde o rei e o herdeiro foram assassinados.
Quando ir
Todo o ano. Uma hora. O pôr do sol traz multidão aos degraus do rio; de manhã cedo está vazia e é melhor para fotografias.
Expectativas honestas
Muito exposta - sem sombra no verão, e com vento do rio no inverno. Os restaurantes sob as arcadas cobram caro pela localização. Cheia de grupos e de vendedores de rua. Há fechos pontuais para eventos.
Aqui perto
O arco da Rua Augusta leva para norte, para a Baixa. A sé e Alfama ficam a nascente.
Horários, preços dos bilhetes e encerramentos sazonais mudam - confirma na fonte oficial antes de ires: site oficial.