O Arco da Rua Augusta
Um arco triunfal a fechar a principal rua pedonal de Lisboa, acabado em 1875 depois de quase um século de obra, com um terraço panorâmico.
O Arco da Rua Augusta fazia parte do plano de Pombal para a Baixa reconstruída, pensado como torre sineira e alterado vezes sem conta antes de ser concluído como arco triunfal em 1875 - quase um século depois de o desenho ter sido traçado. Fecha o lado norte da Praça do Comércio e emoldura a vista pela Rua Augusta acima, o eixo pedonal principal da Baixa. A escultura do topo é uma alegoria da Glória a coroar o Génio e o Valor; por baixo estão Viriato, Nuno Álvares Pereira, Vasco da Gama e o Marquês de Pombal, que pôs a sua reconstrução da cidade na mesma companhia dos outros três. Um elevador e uma escada de caracol curta chegam a um terraço no topo, com vista a direito pela rua abaixo, sobre a praça até ao rio, e para o castelo e a sé. Pelo caminho passa-se por uma sala do relógio.
O que vês de verdade
- O arco - concluído em 1875, quase um século depois de o plano de Pombal o ter desenhado.
- O terraço - uma vista de cima pela Rua Augusta e sobre a praça até ao rio.
- As figuras - Viriato, Nuno Álvares Pereira, Vasco da Gama e o próprio Pombal.
- A sala do relógio - o espaço do mecanismo por onde se passa a subir.
Quando ir
Todo o ano. Quarenta e cinco minutos. Cedo ou tarde pela luz e por filas mais curtas; o meio-dia traz as esperas mais longas.
Expectativas honestas
O elevador só vai a meio - no topo há uma escada de caracol estreita. O terraço é pequeno e congestiona-se. Filas em época alta. A Rua Augusta em baixo está cheia de angariadores de restaurantes e de artistas de rua.
Aqui perto
A Praça do Comércio fica mesmo em baixo. O Rossio fica no topo da Rua Augusta.
Horários, preços dos bilhetes e encerramentos sazonais mudam - confirma na fonte oficial antes de ires: site oficial.