O Museu MAAT
Um edifício baixo em forma de onda à beira-rio em Belém, revestido a branco, cuja cobertura é um passeio público sobre o Tejo.
O MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia - abriu em 2016 num edifício de Amanda Levete: uma construção baixa que se curva a sair do chão na margem do Tejo, revestida com cerca de quinze mil azulejos cerâmicos brancos tridimensionais que apanham a luz refletida da água, com uma cobertura que sobe como rampa percorrível para que o público atravesse por cima do museu e olhe o rio, compre ou não bilhete. Lá dentro há quatro galerias com exposições temporárias de arte contemporânea, arquitetura e trabalho digital. Faz par com a Central Tejo, a antiga central elétrica ribeirinha ao lado, um edifício industrial do início do século XX cujas caldeiras, turbinas e salas de comando estão conservadas e abertas como parte da mesma instituição - o contraste entre os dois é a razão para visitar ambos. A Fundação EDP gere-o, e a programação é temporária e não de coleção.
O que vês de verdade
- A onda azulejada - um edifício baixo e curvo com quinze mil azulejos cerâmicos brancos.
- A cobertura percorrível - uma rampa pública por cima do museu, com o rio em baixo.
- A Central Tejo - a central elétrica conservada, com as suas caldeiras e turbinas.
- A programação - exposições em mudança e não uma coleção permanente.
Quando ir
Todo o ano. Duas a três horas para os dois edifícios. Fecha à terça-feira. O passeio na cobertura é livre e está aberto de qualquer maneira.
Expectativas honestas
Não há coleção permanente - o que está patente muda por completo, por isso confirma antes de ires. Fala-se mais do edifício do que da arte que ele tem dentro. A frente ribeirinha é exposta e ventosa. Belém tem muita gente.
Aqui perto
A Torre de Belém e o mosteiro ficam a poente. A LX Factory fica a nascente, por baixo da ponte.
Horários, preços dos bilhetes e encerramentos sazonais mudam - confirma na fonte oficial antes de ires: site oficial.