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Portugal/ O Cromeleque dos Almendres

O Cromeleque dos Almendres

Cerca de noventa pedras de granito gastas de pé em dois recintos entre sobreiros a oeste de Évora, mais antigas do que as pirâmides.

O Cromeleque dos Almendres

Imagem ilustrativa - uma cena no espírito do lugar, não uma fotografia dele.

Tipoarchaeological site
OndeAlentejo
Cidade mais próximaEvora
Melhor alturaDe março a junho e de setembro a outubro
Tempo a contarDuas horas
Como chegarUm caminho de terra na estrada de Évora para Guadalupe. É preciso carro, não há transportes públicos
EntradaLivre

As pedras estão numa encosta de sobreiros, sem vedação e sem ninguém a tomar conta, em dois recintos ligados - um oval mais antigo e uma elipse posterior - construídos e reconstruídos ao longo de cerca de três mil anos a partir do sexto milénio antes de Cristo. São perto de cem, blocos de granito arredondados e polidos pelo tempo, alguns com círculos e báculos gravados que só aparecem com luz rasante. O alinhamento tem que ver com posições do nascer do sol, coisa que é mais fácil de acreditar de pé na ponta nascente, cedo, numa manhã limpa. Um menir alto e sozinho fica a cerca de um quilómetro, e a enorme anta do Zambujeiro fica a pouca distância de carro. Quase nada está sinalizado, e nada está vedado ao público.

O que vês de verdade

  • A elipse principal - o recinto maior de pedras de pé na encosta aberta.
  • As pedras gravadas - círculos e báculos ténues, visíveis só com luz baixa.
  • O menir dos Almendres - uma pedra alta e sozinha ali perto, entre as árvores.
  • A Anta Grande do Zambujeiro - uma câmara dolménica muito grande a pouca distância de carro.

Quando ir

De manhã cedo ou na última hora de luz: as gravuras e a encosta só se leem com o sol baixo, e o meio-dia achata tudo. A primavera traz flores do campo entre as pedras. O caminho de acesso é mau e vira lama depois da chuva, coisa que vale a pena confirmar antes de te meteres lá com um carro de aluguer pequeno.

Expectativas honestas

Não há aqui nada a não ser pedras num campo - sem centro de visitantes, sem casas de banho, sem sombra e quase sem interpretação, o que deixa alguma gente a perguntar-se ao que veio de tão longe. O último troço do caminho é em terra e abana. Os grupos turísticos chegam aos molhos e enchem a clareira pequena. A anta do Zambujeiro está muitas vezes vedada por segurança.

Aqui perto

O centro muralhado de Évora fica vinte minutos a leste, com mais antas espalhadas pelos campos em redor.

Horários, preços dos bilhetes e encerramentos sazonais mudam - confirma na fonte oficial antes de ires: site oficial.

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