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Portugal/ O Aqueduto das Águas Livres

O Aqueduto das Águas Livres

Um aqueduto do século XVIII que atravessa o vale de Alcântara, em Lisboa, sobre enormes arcos apontados, percorrível em aberturas marcadas.

O Aqueduto das Águas Livres

Imagem ilustrativa - uma cena no espírito do lugar, não uma fotografia dele.

Tipomonument
OndeLisboa
Cidade mais próximaLisbon
Melhor alturaDe abril a outubro
Tempo a contarDuas horas
Como chegarMetro até Campolide ou Praça de Espanha. A entrada do percurso fica do lado de Campolide
EntradaPago. Percurso aberto em dias marcados

Lisboa passou quase todo o século XVIII a construir o seu abastecimento de água, e o resultado visível atravessa o vale de Alcântara sobre trinta e cinco arcos de pedra, o mais alto deles apontado e com mais de sessenta metros. A conduta corre quilómetros desde nascentes a noroeste da cidade até um reservatório coberto nas Amoreiras, onde a água chegava a uma câmara abobadada de pedra que hoje está vazia e cheia de eco. Os grandes arcos ficaram prontos antes do terramoto de 1755 e passaram por ele sem danos, coisa que os lisboetas notaram na altura. Nos dias de abertura podes percorrer o caminho pedonal aberto ao lado da conduta, por cima do vale, com o trânsito lá em baixo e os arcos a marchar à tua frente.

O que vês de verdade

  • A travessia de Alcântara - trinta e cinco arcos sobre o vale, o mais alto bem acima dos sessenta metros.
  • O percurso pedonal - o caminho a par da conduta de água, aberto em dias marcados.
  • O reservatório da Mãe d'Água - a câmara abobadada de chegada, nas Amoreiras, hoje espaço de exposições.
  • A conduta de pedra - o canal coberto em si, com aberturas de inspeção ao longo do topo.

Quando ir

O acesso ao percurso é limitado e sazonal, em geral por marcações guiadas e não por torniquete aberto, por isso confirma o calendário e reserva antes de atravessares a cidade. Primavera e outono são melhores: a travessia é totalmente exposta, quente no verão e ventosa no inverno. As manhãs dão ar mais limpo sobre o vale.

Expectativas honestas

O percurso está fechado mais vezes do que aberto, e muita gente chega para encontrar um portão trancado - depois os arcos têm de ser admirados da estrada em baixo ou da janela do comboio. O caminho é alto, estreito e não serve a quem tem vertigens. A aproximação por Campolide atravessa um troço de subúrbio sem graça.

Aqui perto

O reservatório das Amoreiras e as encostas do parque de Monsanto ficam a pouca distância de qualquer uma das pontas.

Horários, preços dos bilhetes e encerramentos sazonais mudam - confirma na fonte oficial antes de ires: site oficial.

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