O Elevador da Glória
Um funicular amarelo de 1885 que sobe dos Restauradores ao Bairro Alto, coberto de graffiti de uma ponta à outra.
O elevador da Glória abriu em 1885, movido primeiro por um sistema de contrapeso de água, depois a vapor, e eletrificado em 1915. Sobe uma via de duzentos e sessenta metros com forte inclinação, dos Restauradores, no fundo da Avenida, até ao miradouro de São Pedro de Alcântara, no alto do Bairro Alto, em dois carros contrabalançados que se cruzam a meio, num troço duplo curto. Está classificado como monumento nacional e faz parte da rede normal da Carris, por isso um passe de transportes cobre-o. Os carros são repintados com regularidade e voltam a ser marcados com a mesma regularidade, por isso andam cobertos de graffiti, que é hoje simplesmente o aspeto que têm. Subir a mesma rua a pé leva uns cinco minutos e não é especialmente duro, o que convém saber quando a fila é comprida.
O que vês de verdade
- O funicular de 1885 - dois carros contrabalançados numa via a pique de duzentos e sessenta metros.
- O ponto de cruzamento - o troço duplo curto onde os carros se encontram a meio.
- Os graffiti - marcações que são repintadas e reaplicadas sem parar.
- O miradouro - São Pedro de Alcântara no topo da subida.
Quando ir
Todo o ano. Quinze a trinta minutos, fila incluída. A noite é a hora de maior movimento, quando as pessoas sobem para o Bairro Alto.
Expectativas honestas
As filas lá em baixo podem ser longas para uma viagem de menos de dois minutos - subir a rua ao lado leva cinco. Os carros são pequenos e vão cheios. Está incluído nos passes de transporte, coisa que muitos visitantes não sabem. Há carteiristas na fila.
Aqui perto
O miradouro de São Pedro de Alcântara fica no topo. Os Restauradores e a Avenida ficam em baixo.
Horários, preços dos bilhetes e encerramentos sazonais mudam - confirma na fonte oficial antes de ires: site oficial.